Minhas impressões da vida na ilha. Aqui cada um se ocupa de algo simples e claro, como nos contos de Nóssov sobre Dunno. Alguém escreve poemas, alguém faz pão. Aqui as pessoas correm pela areia da praia, e não atrás de metas. É como um pequeno mundo imaginado por alguém, onde — protegendo-se do sol com a aba larga de um chapéu de palha — você derruba folhas de palmeira ressecadas com uma vara comprida.